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Ela me beijava segurando no meu pescoço como se dependesse daquilo para sobreviver. Depois de tanto esforço, consegui enfim o que eu desejava. Tudo bem que aquele banheiro não era o lugar mais confortável para um transa, mas era o suficiente. Eu a beijava intensamente também. Meu pau doía dentro da calça, querendo ser libertado. E o contato do corpo dela com o meu só “pioravam” as coisas. Eu a sentei na pia do banheiro. Não queria apressar as coisas, mas não tínhamos muito tempo. Apesar de ter trancado a porta, nada impedia de alguém querer entrar. Fui abrindo seu vestido, ate seu seio saltar pra fora, branco, delicado. Nem muito grande nem muito pequeno, com um bico rosado. Eram perfeitos. Comecei a chupá-los, passando a língua levemente, e depois intensificando. Minha barba por fazer roçava em sua pele frágil, arrancando gemidos baixos. Fui descendo, e levantei seu vestido ate a altura da cintura. Tirei sua calcinha o mais rápido que pude, e comecei a dar leves beijos na sua virilha, ate alcançar sua buceta, que já estava molhada, brilhando de desejo. Afundei minha língua, chupando de todas as maneiras que eu pude, brincando com o seu clitóris com a ponta da língua. Ela gemia mais alto, segurando em meu cabelo e me guiando para suas partes mais íntimas. Eu iria lembrar daquele gosto pra sempre. Fui subindo novamente, beijando seu corpo, pra enfim tomar sua boca num beijo. Ela então desceu da pia e me empurrou de encontro a ela. Ajoelhou-se na minha frente e abriu meu cinto e minha calça. Começou a mordiscar meu pau por cima da cueca, ate abaixa-la e pegar meu pau entre suas mãos, e começar a dar beijos na cabecinha, ate enfiar ele todo na boca, chupando maravilhosamente. Quase fui ao delírio, sua língua fazia movimentos circulares enquanto meu pau entrava e saia de sua boca.
- Ai, a gente não pode demorar muito não, tem gente esperando... – falei.
A levantei e a sentei na pia novamente. Peguei uma camisinha na carteira e a coloquei. Ela passou seus braços no meu pescoço, e escorou sua cabeça em meu peito. Por um momento, pensei que ela iria chorar.
- O que aconteceu? – perguntei
- Gustavo... eu não sei o que eu to fazendo aqui... isso não ta certo...
- Calma, você vai ver, no final fica tudo bem. Segurei seu rosto entre minhas mãos e a beijei. Me encaixei entre suas pernas e comecei a penetra-la. Ela gemia gostoso enquanto meu pau ia escorregando pra dentro dela. Ela me abraçou forte, e eu comecei a me movimentar, entrando e saindo com devagar, aumentando a velocidade aos poucos. Ela começou a gemer mais alto, e eu abafei seus ruídos com beijos. Ela rebolava, cravava suas unhas nas minhas costas. Fui forçando mais a as estocadas, e ela gozou, intensificando nosso abraço. Continuei bombando, e não demorou muito pra mim gozar também. Ficamos parados, eu não sabia muito bem o que fazer depois de tudo. Ela escorou sua cabeça no meu ombro e começou a chorar. Nesse momento sim, fiquei sem saber como agir.
- Calma, Joana. Não precisa ficar assim. Esta tudo bem.
- Cala essa boca – ela me empurrou, saiu de cima da pia e começou a se ajeitar em frente ao espelho – não ta nada bem seu idiota, não ta nada bem...
- E o que adianta...
- Eu já falei pra calar a boca!
Eu tirei a camisinha e me limpei do jeito que pude.
- Eu vou sair, você espera um pouco e sai. – ela me falou
- Ta bom... – mas eu não tava nem ligando pra isso e assim que ela saiu, eu sai também. Mas ela estava tão nervosa que não notou.
Então ele veio ao encontro dela, com aquele sorriso que dava ódio. Trouxa.
- Onde você estava meu amor? – ele perguntou pra ela. - A gente saiu pra tomar um ar – eu respondi. Na hora, ela se virou e olhou pra mim com um olhar misto de medo e ódio – aqui tava muito quente...
- Está mesmo – ele respondeu – espero que tenha cuidado da minha mulher Gustavo – ele falou rindo.
- Cuidei muito bem, pode ficar tranqüilo – respondi, tentando disfarçar o tom de ironia.
- E então meu amor, vamos embora? Até mais Gustavo.
- Até mais, a gente se vê. – falei olhando pra ela. Ela abaixou a cabeça e passou a mão pela cintura dele.
Vi os dois indo embora. Mas aquilo não ia terminar assim. Eu queria mais, e ia ter mais... Conseguir o numero do celular dela, que eu achei que seria complicado, foi bem mais fácil do que eu poderia imaginar. Consegui o número da casa do Pedro com alguém na empresa, e liguei. Sabia que ela não estaria em casa naquele horário, e consegui que sua empregada me passasse seu número. Não via a hora de ter ela na minha cama de novo. Bem... de novo na minha cama é não seria bem o caso. Olhei no relógio, eram 16:00 horas. Aquele dia era perfeito. Ele e Pedro teriam um coquetel de negócios a noite, nada muito importante, apenas pra fazer médio com o chefe. Mas isso sempre durava horas, e costumava ir até a madrugada. Mas ele coincidentemente ficaria indisposto. Ligou pra ela.
- Alô?
- Oi, ta com saudades minha gostosa?
- Gustavo? – que bom, ela reconheceu minha voz – como você conseguiu meu celular – o tom de voz dela era de raiva.
- Eu pedi pro Pedro.
- O quê??? – sua voz agora era de medo – seu idiota, como você faz uma coisa dessas? Você não pensa?
- Calma minha gostosa, eu não pedi pra ele não. Tenho outros meio de conseguir o que eu quero.
- Ta bom Gustavo, o que você quer?
- Você.
- Você deve estar louco não é. Esquece aquilo que aconteceu.
- Eu nunca vou esquecer você gemendo no meu ouvido... – comecei a ficar excitado só de falar com ela.
- Para Gustavo...
- Com você passando a mão no meu cabelo enquanto eu te...
- Eu já falei pra você parar Gustavo.
- Eu to te esperando hoje sete horas, no meu apartamento. E não vem com desculpas, que eu sei que hoje o Pedro vai ficar fora até de madrugada.
- Eu não vou no seu apartamento.
- Então vamos no hotel... – passei o endereço do hotel e o numero do quarto.
- Não.
- Eu to te esperando lá. Beijo.  Desliguei antes que ela pudesse negar mais. Sabia que ela iria. Chegou um pouco antes das sete. Já tinham se passado quinze minutos e ela não chegava. E se ela não viesse? A campainha tocou e eu soltei um suspiro de alivio. Quando abri a porta, vi seu rosto claro, com seus cabelos negros amarrados, seus olhos verdes demonstravam o peso na consciência que ela sentia. A abracei e a beijei. Aos poucos ela foi correspondendo ao beijo também. A puxei pra dentro do quarto fechando a porta e a levei em direção a cama. A deitei beijando, e comecei a tirar sua blusa. Pra minha surpresa, ela também começou a desabotoar minha camisa e a passar as mãos pelo meu corpo. Aquilo só me deixou mais louco. Arranquei o sutiã dela, e me afundei nos seus seios, beijando, lambendo... ela gemia meu nome enquanto eu fui descendo para desabotoar sua calça. A tirei o mais rápido que pude, e parei para admirar sua calinha minúscula. Ela tinha se preparado pra mim, e aquilo me deixou com uma sensação, boa. Comecei a beijar sua barriga enquanto meus dedos entravam por dentro da calcinha, encontrando sua buceta molhadinha. Comecei a acariciar e a enfiar meu dedo. Tirei sua calcinha e comecei a chupar aquela bucetinha sedenta de sexo. Enquanto minha língua brincava com seu clitóris, meu dedo continuava entrando e saindo. Seus gemidos eram altos, e ela se contorcia, se agarrando aos lençóis da cama. Como era bom sentir aquele gosto novamente, aquele cheiro... ela segurou no meu cabelo forçando minha cabeça de encontro ao seu ventre, e eu a penetrava com a língua. Sua buceta se contraiu em minha boca e o gozo não tardou a chegar. Ela ainda estava ofegante, quando eu me levantei, me livrei da minha roupa o mais rápido que pude e coloquei a camisinha. Ela abriu suas pernas pra me receber. Me deitei sobre ela e a penetrei de uma vez. Ela deu um grito, e eu parei. Ela então entrelaçou suas pernas ao redor da minha cintura e me puxou ao seu encontro, me fazendo a penetrar mais. Comecei o vai e vem lento, o corpo dela na mesma sincronia do meu. Suas unhas arranhavam minhas costas, e sua boca procurou a minha desesperada. Meu pau entrava e saia com violência, minhas bolas batiam na entrada de sua buceta. Meus gemidos roucos se misturavam ao dela, os pelos do meu peito roçavam nos bicos dos seios dela. Comecei a aumentar a velocidade, e ela junto comigo, até que nós dois gozamos juntos. Ela se agarrou em mim, enquanto minha porra enchia a camisinha. Ficamos lá, imóveis. Até a onda de êxtase passar. Dei mais um beijo nela e me levantei. Quando voltei do banheiro, ela ainda estava deitada, nua. Minha visão era maravilhosa, e tive que me controlar muito pra não voltar e transar com ela a noite inteira. Me deitei ao lado dela e a puxei para deitar em meu peito. Ela estava pensativa, séria. Então virou pra mim e falou.
- Eu sou uma vadia das mais sujas.
- Olha, eu sei que tem gente que gosta desse tipo de coisa na cama. Mas eu não sou muito chegado, prefiro palavras de carinho. – falei, enquanto meu dedo ia deslizando pelo contorno do corpo dela.
- Toda mulher que traí o marido tem um motivo. Ou ele não dá atenção, ou ele não a satisfaz, ou a trata mal. Mas eu... eu não tenho motivo nenhum pra estar aqui, eu não...
- Já pensou que eu posso ser o motivo de você estar aqui. Que você não conseguiu resistir ao meu charme. - Eu não estou brincando Gustavo.
- Mas eu tenho que brincar, que se eu fosse levar a serio o que você falou... Sabe Joana, nenhum homem gosta que a mulher que esteve em seus braços momentos antes fale de outro homem na cama, mesmo ele sendo o marido dela. Eu ainda tenho meu orgulho...
- Não Gustavo...
- Eu já entendi. Já esta tarde Joana, pode voltar pro seu marido. Vai lá abrir as pernas e gemer nos braços dele, igual você acabou de fazer comigo agora a pouco. Vai rápido, que minha calma não vai durar muito tempo.
- Gustavo...
- Chega.
Eu me levantei e fui tomar um banho pra aliviar a raiva. Quando sai ela já tinha ido. Olhei pra cama desarrumada e a imagem dela nos meus braços voltou como um choque, me excitando novamente. Vadia. 
Créditos: Julie - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=70058
 

 
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